As guardiãs do cérebro
Todo
nosso corpo é protegido, para evitar que microrganismos ou substâncias prejudiciais afetem o nosso organismo.
Não é diferente com o nosso cérebro. Muitos pesquisadores têm demonstrado que as células da micróglia
desempenham um importante papel na proteção e na sinalização de possíveis danos
no funcionamento dos neurônios.
Mas
quem são essas células? São células com capacidade de eliminar possíveis
invasores, além de liberar substâncias chamadas de citocinas que são
sinalizadores de danos inflamatórios no Sistema Nervoso Central (SNC). Por isso
a micróglia é uma espécie de célula guardiã do cérebro. Elas podem mudar de
forma de acordo com a região ou da atividade que desempenha. A biologia da
micróglia pode ser afetada por fatores como o estresse, a alimentação, os
padrões do sono e a atividade física.
As
importantes funções da micróglia podem ser restauradas em um ambiente
enriquecido, com boa alimentação, exercícios físicos e uma boa noite de sono. O
exercício físico pode desempenhar um forte papel protetor no envelhecimento e
neurodegeneração, reduzindo a neuroinflamação e “trocando as formas” e as
funções das guardiãs do cérebro.
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